quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Quanto Tempo Demora Para a Droga Sair do Organismo?

Cocaína, crack, álcool…quanto tempo demora para a droga sair do organismo?

Essa é uma pergunta que muitos se fazem, e saiba que isso pode variar de pessoa para pessoa, em função do peso, idade, condições de saúde, frequência, quantidade, etc.

Existem casos onde a desintoxicação é mais rápida, no entanto, quando se trata de dependência, o tempo será maior.

Para você entender melhor, vamos mostrar aqui quanto tempo a droga fica no organismo e como funciona o processo de desintoxicação.

Quanto tempo demora para a droga sair do organismo?

Como já falamos, existe uma série de fatores que estão envolvidos nesse tempo, por exemplo, o tipo de droga, a frequência, a quantidade, além das próprias condições de saúde de cada usuário.

Então, respondendo à pergunta quanto tempo demora para a droga sair do organismo, confira o período de acordo com o tipo de droga:

  • Maconha: de 7 a 30 dias na urina; 15 dias no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Cocaína: de 3 a 4 dias na urina; de um a 2 dias no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Álcool: de 3 a 5 dias na urina; de 10 a 12 horas no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Heroína: de 3 a 4 dias na urina; 12 horas no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Ecstasy: 4 dias na urina; 48 horas no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • LSD: 3 dias na urina; 3 horas no sangue; até 3 dias no cabelo.

Como você viu, entre todas as drogas, a maconha é aquela que permanece mais tempo no sangue, em razão de seu princípio ativo.

A questão é mesmo que a droga seja eliminada, os efeitos continuam lá, sendo necessário passar por um processo de desintoxicação em uma clínica de recuperação.

Como eliminar as drogas do corpo?

Todos os tipos de drogas podem ser eliminadas do corpo da mesma maneira: beber muita água, seguir uma alimentação saudável e fazer exercícios.

Na verdade, a desintoxicação completa pode levar mais ou menos tempo de acordo com o tipo de droga, assim como o fator genético.

Por exemplo, uma pessoa em tratamento para dependência química que tem um metabolismo mais acelerado, elimina mais rapidamente.

O processo de desintoxicação tem a função de eliminar todas as toxinas por meio da urina, suor e fezes.

Ou seja, quanto tempo demora para a droga sair do organismo, vai depender de pessoa para pessoa e do tipo de droga.

Quanto tempo leva para desintoxicar o organismo de drogas?

Agora que você já sabe quanto tempo demora para a droga sair do organismo, como funciona o processo de desintoxicação?

Em primeiro lugar, saiba que a desintoxicação faz parte do tratamento para alcoolismo, onde o usuário deve permanecer afastado da droga, que é o que chamamos de abstinência.

Talvez seja o período mais difícil, particularmente os quinze primeiros dias, uma vez que o corpo ainda está pedindo pela droga.

Esse tempo também varia de paciente para paciente, mas após passar pelo período de abstinência, tomam consciência de que não precisam da droga, e aceitam o tratamento mais facilmente.

O post Quanto Tempo Demora Para a Droga Sair do Organismo? apareceu primeiro em Valor da Vida.



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Quanto Tempo Demora Para a Droga Sair do Organismo?

Cocaína, crack, álcool…quanto tempo demora para a droga sair do organismo?

Essa é uma pergunta que muitos se fazem, e saiba que isso pode variar de pessoa para pessoa, em função do peso, idade, condições de saúde, frequência, quantidade, etc.

Existem casos onde a desintoxicação é mais rápida, no entanto, quando se trata de dependência, o tempo será maior.

Para você entender melhor, vamos mostrar aqui quanto tempo a droga fica no organismo e como funciona o processo de desintoxicação.

Quanto tempo demora para a droga sair do organismo?

Como já falamos, existe uma série de fatores que estão envolvidos nesse tempo, por exemplo, o tipo de droga, a frequência, a quantidade, além das próprias condições de saúde de cada usuário.

Então, respondendo à pergunta quanto tempo demora para a droga sair do organismo, confira o período de acordo com o tipo de droga:

  • Maconha: de 7 a 30 dias na urina; 15 dias no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Cocaína: de 3 a 4 dias na urina; de um a 2 dias no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Álcool: de 3 a 5 dias na urina; de 10 a 12 horas no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Heroína: de 3 a 4 dias na urina; 12 horas no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • Ecstasy: 4 dias na urina; 48 horas no sangue; até 90 dias no cabelo;
  • LSD: 3 dias na urina; 3 horas no sangue; até 3 dias no cabelo.

Como você viu, entre todas as drogas, a maconha é aquela que permanece mais tempo no sangue, em razão de seu princípio ativo.

A questão é mesmo que a droga seja eliminada, os efeitos continuam lá, sendo necessário passar por um processo de desintoxicação em uma clínica de recuperação.

Como eliminar as drogas do corpo?

Todos os tipos de drogas podem ser eliminadas do corpo da mesma maneira: beber muita água, seguir uma alimentação saudável e fazer exercícios.

Na verdade, a desintoxicação completa pode levar mais ou menos tempo de acordo com o tipo de droga, assim como o fator genético.

Por exemplo, uma pessoa em tratamento para dependência química que tem um metabolismo mais acelerado, elimina mais rapidamente.

O processo de desintoxicação tem a função de eliminar todas as toxinas por meio da urina, suor e fezes.

Ou seja, quanto tempo demora para a droga sair do organismo, vai depender de pessoa para pessoa e do tipo de droga.

Quanto tempo leva para desintoxicar o organismo de drogas?

Agora que você já sabe quanto tempo demora para a droga sair do organismo, como funciona o processo de desintoxicação?

Em primeiro lugar, saiba que a desintoxicação faz parte do tratamento para alcoolismo, onde o usuário deve permanecer afastado da droga, que é o que chamamos de abstinência.

Talvez seja o período mais difícil, particularmente os quinze primeiros dias, uma vez que o corpo ainda está pedindo pela droga.

Esse tempo também varia de paciente para paciente, mas após passar pelo período de abstinência, tomam consciência de que não precisam da droga, e aceitam o tratamento mais facilmente.

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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Confusão Mental o que é?

Provavelmente, você já ouviu falar em confusão mental, mas sabe o que realmente significa, o que pode causar e os sintomas?

É caracterizada por uma desorganização de todos os processos psíquicos, ou seja, o sistema nervoso central não está funcionando corretamente.

Embora possa ocorrer em qualquer idade, é muito frequente em idosos, onde pelo menos 10% dos pacientes idosos hospitalizados apresentam esse distúrbio mental.

Obviamente, às vezes, você até pode se sentir meio confuso, o problema é quando isso se torna patológico.

Então, para te ajudar a entender melhor esse estado de confusão, vamos explicar o que é, causas, sintomas…

Confusão mental o que é?

A confusão mental pode ser definida por uma perturbação que pode estar relacionada a uma redução do nível de consciência, bem como a mudanças no fluxo do pensamento e no desempenho de funções cognitivas.

Por exemplo, a pessoa pode apresentar problemas de concentração, atenção, memória e funções executivas.

Por consequência, a pessoa pode se sentir desorientada, meio perdida no tempo, e inclusive não conseguir se lembrar de datas, locais e até pessoas próximas.

Quem olha de fora, a sensação é que a pessoa está delirando, em razão de pensamentos irreais e sem nenhuma lógica. 

Muitas vezes confundida com demência, no entanto, a demência afeta principalmente a memória, enquanto a desorientação mental, a atenção.

Quais as causas?

As causas de um estado mental confuso são diversas, às vezes, difíceis de identificar.

Confira, a seguir, o que pode causar uma confusão mental:

  • Problemas neurológicos, como epilepsia;
  • Transtorno bipolar;
  • Meningite;
  • Hipoglicemia;
  • Consumo excessivo ou suspensão abrupta de álcool ou drogas;
  • Insuficiência renal;
  • Intoxicação por metais pesados;
  • Intoxicação por antidepressivos;
  • Traumatismos.

É muito frequente em alcoólicos que param de consumir de repente o álcool, assim como consumidores de heroína, e às vezes, torna-se necessária a internação em uma clínica de recuperação.

Assim, o paciente recebe todo o suporte para lidar com a ausência da droga para então voltar ao convívio social.

Conheça os sintomas

A síndrome confusional se caracteriza basicamente por:

  • Dificuldade para se concentrar ou manter a atenção em algo;
  • Desorientação no tempo e, às vezes, no espaço;
  • Alucinações, ideias delirantes ou paranóia;
  • Pensamentos desorganizados e discurso desordenado;
  • Dificuldade para tomar decisões.

Os sintomas flutuam durante alguns minutos a muitas horas, podendo diminuir durante o dia e piorar à noite.

Os pacientes podem ficar mais irritados, agitados, hiperativos, ou ao contrário, muito calmos e letárgicos.

Idosos têm uma tendência a ficarem silenciosas, mudanças que podem ser confundidas com uma depressão.

Além disso, o sono e o apetite podem ser impactados.

É normal pacientes em tratamento para alcoolismo apresentarem confusão mental durante o período de abstinência, mas felizmente, é reversível.

Como tratar confusão mental?

O tratamento para confusão mental vai depender da causa, cujo diagnóstico é baseado na avaliação dos sintomas, e exames de imagem, de urina e de sangue, a fim de identificar a causa.

Se for decorrente de um abuso de drogas ou álcool, o tratamento para dependência química é o mais recomendado, de forma a fazer com que a pessoa volte a organizar seus pensamentos.

Apenas um profissional especializado é capaz de diagnosticar e indicar o tratamento mais adequado.

Enfim, se você suspeitar de algum familiar ou amigo com desorientação de pensamentos e dificuldade de atenção, busque ajuda o quanto antes!

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Confusão Mental o que é?

Provavelmente, você já ouviu falar em confusão mental, mas sabe o que realmente significa, o que pode causar e os sintomas?

É caracterizada por uma desorganização de todos os processos psíquicos, ou seja, o sistema nervoso central não está funcionando corretamente.

Embora possa ocorrer em qualquer idade, é muito frequente em idosos, onde pelo menos 10% dos pacientes idosos hospitalizados apresentam esse distúrbio mental.

Obviamente, às vezes, você até pode se sentir meio confuso, o problema é quando isso se torna patológico.

Então, para te ajudar a entender melhor esse estado de confusão, vamos explicar o que é, causas, sintomas…

Confusão mental o que é?

A confusão mental pode ser definida por uma perturbação que pode estar relacionada a uma redução do nível de consciência, bem como a mudanças no fluxo do pensamento e no desempenho de funções cognitivas.

Por exemplo, a pessoa pode apresentar problemas de concentração, atenção, memória e funções executivas.

Por consequência, a pessoa pode se sentir desorientada, meio perdida no tempo, e inclusive não conseguir se lembrar de datas, locais e até pessoas próximas.

Quem olha de fora, a sensação é que a pessoa está delirando, em razão de pensamentos irreais e sem nenhuma lógica. 

Muitas vezes confundida com demência, no entanto, a demência afeta principalmente a memória, enquanto a desorientação mental, a atenção.

Quais as causas?

As causas de um estado mental confuso são diversas, às vezes, difíceis de identificar.

Confira, a seguir, o que pode causar uma confusão mental:

  • Problemas neurológicos, como epilepsia;
  • Transtorno bipolar;
  • Meningite;
  • Hipoglicemia;
  • Consumo excessivo ou suspensão abrupta de álcool ou drogas;
  • Insuficiência renal;
  • Intoxicação por metais pesados;
  • Intoxicação por antidepressivos;
  • Traumatismos.

É muito frequente em alcoólicos que param de consumir de repente o álcool, assim como consumidores de heroína, e às vezes, torna-se necessária a internação em uma clínica de recuperação.

Assim, o paciente recebe todo o suporte para lidar com a ausência da droga para então voltar ao convívio social.

Conheça os sintomas

A síndrome confusional se caracteriza basicamente por:

  • Dificuldade para se concentrar ou manter a atenção em algo;
  • Desorientação no tempo e, às vezes, no espaço;
  • Alucinações, ideias delirantes ou paranóia;
  • Pensamentos desorganizados e discurso desordenado;
  • Dificuldade para tomar decisões.

Os sintomas flutuam durante alguns minutos a muitas horas, podendo diminuir durante o dia e piorar à noite.

Os pacientes podem ficar mais irritados, agitados, hiperativos, ou ao contrário, muito calmos e letárgicos.

Idosos têm uma tendência a ficarem silenciosas, mudanças que podem ser confundidas com uma depressão.

Além disso, o sono e o apetite podem ser impactados.

É normal pacientes em tratamento para alcoolismo apresentarem confusão mental durante o período de abstinência, mas felizmente, é reversível.

Como tratar confusão mental?

O tratamento para confusão mental vai depender da causa, cujo diagnóstico é baseado na avaliação dos sintomas, e exames de imagem, de urina e de sangue, a fim de identificar a causa.

Se for decorrente de um abuso de drogas ou álcool, o tratamento para dependência química é o mais recomendado, de forma a fazer com que a pessoa volte a organizar seus pensamentos.

Apenas um profissional especializado é capaz de diagnosticar e indicar o tratamento mais adequado.

Enfim, se você suspeitar de algum familiar ou amigo com desorientação de pensamentos e dificuldade de atenção, busque ajuda o quanto antes!

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Cirrose Hepática: O Que é e Causas

A cirrose hepática é uma doença grave do fígado, que afeta de forma irreversível esse órgão digestivo, onde o consumo de álcool é a principal causa.

Pode ser também causada por uma hepatite viral, gordura no fígado ou alguma outra doença, como a síndrome metabólica.

Por isso, é tão importante dar todo o apoio a quem é dependente alcóolico, uma vez que o uso excessivo de álcool pode afetar bastante a sua saúde, e em alguns casos, provocar a morte.

O ideal mesmo seria não consumir álcool, e no caso de uma dependência, recorrer a uma clínica de recuperação pode ser uma ótima saída.

Vamos explicar melhor essa doença, assim como sintomas e consequências!

O que é cirrose hepática?

A cirrose é uma doença grave do fígado, caracterizada por grandes lesões hepáticas e irreversíveis.

No caso da cirrose hepática, é uma inflamação crônica do fígado devido ao consumo de álcool ou decorrente da destruição das células do fígado, em razão de uma fibrose hepática.

Saiba que a cirrose não pode regredir, uma vez instalada, ela é definitiva.

Na verdade, ela pode se estabilizar ou evoluir, e nesse último caso, o fígado adquire contornos irregulares, torna-se rígido e as complicações aparecem.

Agora, a piora da cirrose pode ser prevenida e certas complicações evitadas se a pessoa se submeter a um tratamento para alcoolismo.

Conheça os sintomas da cirrose

Uma cirrose pode permanecer silenciosa durante anos, sem sintomas nem dores. Às vezes, a pessoa sente fadiga, perda de apetite, náuseas ou vômitos.

Por outro lado, quando ela evolui, o paciente pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Inchaço do abdômen;
  • Presença de sangue nas fezes;
  • Anemia;
  • Infecções, em razão do sistema imunológico fraco;
  • Insuficiência renal aguda;
  • Câncer de fígado.

Esse estado pode ser prevenido, e existem casos onde o tratamento para dependência química tem ótimos resultados, uma vez que a pessoa vai se afastar do álcool.

Quais as consequências da cirrose hepática?

As principais consequências da cirrose incluem:

  • O fígado não consegue mais realizar suas funções, como perde sua capacidade de fabricação de colesterol, triglicerídeos, etc, de armazenamento, por exemplo, de açúcar, e não pode mais filtrar as substâncias contidas no sangue ou secretar a bile;
  • Um aumento da pressão do sistema venoso, responsável por conduzir o sangue do aparelho digestivo até o fígado. Isso pode favorecer a formação de varizes no esôfago que podem sangrar;
  • Câncer de fígado, que pode surgir de 15 a 20 anos após a formação da cirrose hepática.

Qual tratamento?

Infelizmente, não existe nenhum tratamento para cirrose hepática, no entanto, algumas medidas podem ser tomadas para evitar a evolução e as complicações da doença.

O principal objetivo é agir sobre a causa e eliminar os fatores que podem piorar o quadro, por exemplo, parar imediatamente o consumo de álcool, controlar o diabetes, assim como avaliar tudo o que é tóxico para o fígado, entre outros.

Vale lembrar que o fígado é um órgão essencial, que é como se fosse uma grande usina química, e além de sintetizar e secretar a bile, intervém na fabricação de lipídios, glucídios, etc.

Ele decompõe o colesterol, as toxinas, os medicamentos e substâncias químicas tóxicas ao organismo.

Todas essas funções são asseguradas pelas células hepáticas, e no caso de cirrose hepática, essas células são progressivamente destruídas.

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Cirrose Hepática: O Que é e Causas

A cirrose hepática é uma doença grave do fígado, que afeta de forma irreversível esse órgão digestivo, onde o consumo de álcool é a principal causa.

Pode ser também causada por uma hepatite viral, gordura no fígado ou alguma outra doença, como a síndrome metabólica.

Por isso, é tão importante dar todo o apoio a quem é dependente alcóolico, uma vez que o uso excessivo de álcool pode afetar bastante a sua saúde, e em alguns casos, provocar a morte.

O ideal mesmo seria não consumir álcool, e no caso de uma dependência, recorrer a uma clínica de recuperação pode ser uma ótima saída.

Vamos explicar melhor essa doença, assim como sintomas e consequências!

O que é cirrose hepática?

A cirrose é uma doença grave do fígado, caracterizada por grandes lesões hepáticas e irreversíveis.

No caso da cirrose hepática, é uma inflamação crônica do fígado devido ao consumo de álcool ou decorrente da destruição das células do fígado, em razão de uma fibrose hepática.

Saiba que a cirrose não pode regredir, uma vez instalada, ela é definitiva.

Na verdade, ela pode se estabilizar ou evoluir, e nesse último caso, o fígado adquire contornos irregulares, torna-se rígido e as complicações aparecem.

Agora, a piora da cirrose pode ser prevenida e certas complicações evitadas se a pessoa se submeter a um tratamento para alcoolismo.

Conheça os sintomas da cirrose

Uma cirrose pode permanecer silenciosa durante anos, sem sintomas nem dores. Às vezes, a pessoa sente fadiga, perda de apetite, náuseas ou vômitos.

Por outro lado, quando ela evolui, o paciente pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Inchaço do abdômen;
  • Presença de sangue nas fezes;
  • Anemia;
  • Infecções, em razão do sistema imunológico fraco;
  • Insuficiência renal aguda;
  • Câncer de fígado.

Esse estado pode ser prevenido, e existem casos onde o tratamento para dependência química tem ótimos resultados, uma vez que a pessoa vai se afastar do álcool.

Quais as consequências da cirrose hepática?

As principais consequências da cirrose incluem:

  • O fígado não consegue mais realizar suas funções, como perde sua capacidade de fabricação de colesterol, triglicerídeos, etc, de armazenamento, por exemplo, de açúcar, e não pode mais filtrar as substâncias contidas no sangue ou secretar a bile;
  • Um aumento da pressão do sistema venoso, responsável por conduzir o sangue do aparelho digestivo até o fígado. Isso pode favorecer a formação de varizes no esôfago que podem sangrar;
  • Câncer de fígado, que pode surgir de 15 a 20 anos após a formação da cirrose hepática.

Qual tratamento?

Infelizmente, não existe nenhum tratamento para cirrose hepática, no entanto, algumas medidas podem ser tomadas para evitar a evolução e as complicações da doença.

O principal objetivo é agir sobre a causa e eliminar os fatores que podem piorar o quadro, por exemplo, parar imediatamente o consumo de álcool, controlar o diabetes, assim como avaliar tudo o que é tóxico para o fígado, entre outros.

Vale lembrar que o fígado é um órgão essencial, que é como se fosse uma grande usina química, e além de sintetizar e secretar a bile, intervém na fabricação de lipídios, glucídios, etc.

Ele decompõe o colesterol, as toxinas, os medicamentos e substâncias químicas tóxicas ao organismo.

Todas essas funções são asseguradas pelas células hepáticas, e no caso de cirrose hepática, essas células são progressivamente destruídas.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Etapas e Atitudes Para Abandonar um Vício

Como a mudança é tão difícil, é eficaz ter um guia uma vez que você aspira a deter um vício em drogas, álcool ou comportamento. As pesquisas mostram que os próximos passos têm o potencial de ajudá-lo a avançar em direção às suas metas de recuperação.

Você terá as melhores maneiras de ter sucesso se adotar os 5 passos.

1. Marcar uma data de desistência. Pode ser eficaz escolher uma data significativa, como um evento em particular, um aniversário ou um aniversário.

2. Mudar seu ambiente. Remova qualquer lembrete de seu vício de sua casa e de seu local de trabalho. Por exemplo, separe-se de indivíduos que o encorajam a ter um relacionamento com a intenção de seu vício (droga, álcool ou comportamento).

Se você estiver tentando parar de beber, livre-se de qualquer álcool, abridores de garrafas, copos de vinho e saca-rolhas. Se você estiver tentando parar de jogar, livre-se de cartas, raspadinhas ou fichas de pôquer. Além disso, não permita que outros usem ou tragam para sua casa lembranças da substância ou do comportamento relacionado ao vício.

3. Distraia-se. Em vez de ceder aos triunfos do uso, pense em ocupações alternativas, tais como fazer um tour ou chamar um amigo ou membro da família para um bate-papo, que o manterá ocupado até que o impulso passe. Esteja preparado para enfrentar as coisas que provocam seus anseios, como estar em um ambiente onde outros ainda estão usando.

4. Revise suas tentativas passadas de parar de fumar. Pense sobre o que funcionou e o que não funcionou. Considere o que poderia ter contribuído para a recaída e faça as mudanças necessárias.

5. Considere uma rede de apoio. Fale com sua família e amigos e peça-lhes que o encorajem e o ajudem. Avise-os de que você está desistindo. Se eles usarem seu objeto de vício, peça-lhes que não o façam na sua frente. Se você comprar drogas, você deve considerar a possibilidade de dizer a seu revendedor que está desistindo; peça-lhes que não lhe liguem e que não lhe vendam mais nenhuma droga.

Você também pode considerar a possibilidade de conversar com seu médico sobre o melhor procedimento de desistência para você. É viável que existam medicamentos que possam facilitar o processo para você e aumentar suas chances de sucesso.

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Etapas e Atitudes Para Abandonar um Vício

Como a mudança é tão difícil, é eficaz ter um guia uma vez que você aspira a deter um vício em drogas, álcool ou comportamento. As pesquisas mostram que os próximos passos têm o potencial de ajudá-lo a avançar em direção às suas metas de recuperação.

Você terá as melhores maneiras de ter sucesso se adotar os 5 passos.

1. Marcar uma data de desistência. Pode ser eficaz escolher uma data significativa, como um evento em particular, um aniversário ou um aniversário.

2. Mudar seu ambiente. Remova qualquer lembrete de seu vício de sua casa e de seu local de trabalho. Por exemplo, separe-se de indivíduos que o encorajam a ter um relacionamento com a intenção de seu vício (droga, álcool ou comportamento).

Se você estiver tentando parar de beber, livre-se de qualquer álcool, abridores de garrafas, copos de vinho e saca-rolhas. Se você estiver tentando parar de jogar, livre-se de cartas, raspadinhas ou fichas de pôquer. Além disso, não permita que outros usem ou tragam para sua casa lembranças da substância ou do comportamento relacionado ao vício.

3. Distraia-se. Em vez de ceder aos triunfos do uso, pense em ocupações alternativas, tais como fazer um tour ou chamar um amigo ou membro da família para um bate-papo, que o manterá ocupado até que o impulso passe. Esteja preparado para enfrentar as coisas que provocam seus anseios, como estar em um ambiente onde outros ainda estão usando.

4. Revise suas tentativas passadas de parar de fumar. Pense sobre o que funcionou e o que não funcionou. Considere o que poderia ter contribuído para a recaída e faça as mudanças necessárias.

5. Considere uma rede de apoio. Fale com sua família e amigos e peça-lhes que o encorajem e o ajudem. Avise-os de que você está desistindo. Se eles usarem seu objeto de vício, peça-lhes que não o façam na sua frente. Se você comprar drogas, você deve considerar a possibilidade de dizer a seu revendedor que está desistindo; peça-lhes que não lhe liguem e que não lhe vendam mais nenhuma droga.

Você também pode considerar a possibilidade de conversar com seu médico sobre o melhor procedimento de desistência para você. É viável que existam medicamentos que possam facilitar o processo para você e aumentar suas chances de sucesso.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Malefícios do Energético

Infelizmente, as pessoas ainda têm poucas informações sobre os malefícios do energético, e acabam usando de forma indiscriminada.

Hoje em dia, o que mais vemos são pessoas, principalmente os jovens, recorrendo às bebidas energéticas para “virar a noite” e manter o foco.

Apesar de promover o ganho de energia, contêm substâncias que, a longo prazo, podem causar danos à saúde, podendo ser maiores se a pessoa estiver em tratamento para alcoolismo.

Se você faz uso constante de energéticos, entenda aqui o que pode acontecer, em especial se misturar com álcool e outras drogas!

Quais os malefícios do energético?

Os malefícios do energético estão associados à concentração de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, que quando consumidos em excesso, podem causar, por exemplo, insônia, palpitações, tonturas e dores de estômago.

Bebidas energéticas não contêm álcool, e frequentemente usadas para aumentar os níveis de energia e a concentração mental.

Por outro lado, a privação do sono é extremamente prejudicial à saúde.

Apesar de ser regulamentado pela ANVISA, o problema está em quantidades exageradas, e os malefícios podem ser ainda maiores se o energético for ingerido juntamente com álcool.

Quais os efeitos do energético no organismo?

Quando a bebida é consumida em excesso, os malefícios energético são os seguintes:

Batimentos cardíacos acelerados e aumento da frequência respiratória

Como o energético contém cafeína, quando ingerido em grandes quantidades, pode afetar o coração, acelerando os batimentos cardíacos.

Além disso, provoca o estreitamento dos vasos sanguíneos, aumentando o risco de infarto e derrame.

Quanto ao aumento da frequência respiratória, a pessoa geralmente fica mais ofegante ao tomar um energético.

Gastrite

Quando a cafeína e outros estimulantes são lançados na corrente sanguínea, favorecem a produção de ácidos, o que pode levar a uma gastrite.

Transtornos de sono

Uma vez que a bebida aumenta os níveis de energia e mantém a pessoa acordada, isso pode causar transtornos de sono, como a insônia.

Intoxicação

Outro dos malefícios energético é a intoxicação por cafeína, provocando aumento da pressão arterial, vômitos, aumento do ritmo cardíaco e até a morte.

Vale mencionar aqui que pessoas em tratamento para dependência química têm um risco muito maior de problemas de saúde se consumirem energéticos.

Hipertensão arterial

Um estudo realizado com jovens mostrou que a ingestão de bebidas energéticas causou um aumento da pressão arterial, e isso logo após o consumo.

Problemas bucais

Em razão da concentração de açúcar, o uso excessivo de energéticos, pode, a longo prazo, afetar a saúde bucal, em particular, destruindo o esmalte dos dentes e removendo o cálcio.

Quais os riscos da combinação de energético com álcool e drogas?

A combinação de bebidas energéticas com álcool e drogas é extremamente perigosa, inclusive uma overdose pode provocar uma parada cardíaca.

Saiba que uma das causas de internação em uma clínica de recuperação é justamente resultante dessa mistura, pois os efeitos das drogas são potencializados.

Entre os outros malefícios energético é que pode mascarar o efeito do álcool, ou seja, faz com que a pessoa consuma uma quantidade ainda maior.

Por consequência, isso pode levar ao coma alcóolico, além de maior estado de euforia, onde a pessoa pode perder totalmente o controle.

Portanto, é necessário tomar muito cuidado, principalmente se a pessoa tiver um histórico de doença cardíaca, distúrbio do sono ou problemas gástricos.

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Malefícios do Energético

Infelizmente, as pessoas ainda têm poucas informações sobre os malefícios do energético, e acabam usando de forma indiscriminada.

Hoje em dia, o que mais vemos são pessoas, principalmente os jovens, recorrendo às bebidas energéticas para “virar a noite” e manter o foco.

Apesar de promover o ganho de energia, contêm substâncias que, a longo prazo, podem causar danos à saúde, podendo ser maiores se a pessoa estiver em tratamento para alcoolismo.

Se você faz uso constante de energéticos, entenda aqui o que pode acontecer, em especial se misturar com álcool e outras drogas!

Quais os malefícios do energético?

Os malefícios do energético estão associados à concentração de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, que quando consumidos em excesso, podem causar, por exemplo, insônia, palpitações, tonturas e dores de estômago.

Bebidas energéticas não contêm álcool, e frequentemente usadas para aumentar os níveis de energia e a concentração mental.

Por outro lado, a privação do sono é extremamente prejudicial à saúde.

Apesar de ser regulamentado pela ANVISA, o problema está em quantidades exageradas, e os malefícios podem ser ainda maiores se o energético for ingerido juntamente com álcool.

Quais os efeitos do energético no organismo?

Quando a bebida é consumida em excesso, os malefícios energético são os seguintes:

Batimentos cardíacos acelerados e aumento da frequência respiratória

Como o energético contém cafeína, quando ingerido em grandes quantidades, pode afetar o coração, acelerando os batimentos cardíacos.

Além disso, provoca o estreitamento dos vasos sanguíneos, aumentando o risco de infarto e derrame.

Quanto ao aumento da frequência respiratória, a pessoa geralmente fica mais ofegante ao tomar um energético.

Gastrite

Quando a cafeína e outros estimulantes são lançados na corrente sanguínea, favorecem a produção de ácidos, o que pode levar a uma gastrite.

Transtornos de sono

Uma vez que a bebida aumenta os níveis de energia e mantém a pessoa acordada, isso pode causar transtornos de sono, como a insônia.

Intoxicação

Outro dos malefícios energético é a intoxicação por cafeína, provocando aumento da pressão arterial, vômitos, aumento do ritmo cardíaco e até a morte.

Vale mencionar aqui que pessoas em tratamento para dependência química têm um risco muito maior de problemas de saúde se consumirem energéticos.

Hipertensão arterial

Um estudo realizado com jovens mostrou que a ingestão de bebidas energéticas causou um aumento da pressão arterial, e isso logo após o consumo.

Problemas bucais

Em razão da concentração de açúcar, o uso excessivo de energéticos, pode, a longo prazo, afetar a saúde bucal, em particular, destruindo o esmalte dos dentes e removendo o cálcio.

Quais os riscos da combinação de energético com álcool e drogas?

A combinação de bebidas energéticas com álcool e drogas é extremamente perigosa, inclusive uma overdose pode provocar uma parada cardíaca.

Saiba que uma das causas de internação em uma clínica de recuperação é justamente resultante dessa mistura, pois os efeitos das drogas são potencializados.

Entre os outros malefícios energético é que pode mascarar o efeito do álcool, ou seja, faz com que a pessoa consuma uma quantidade ainda maior.

Por consequência, isso pode levar ao coma alcóolico, além de maior estado de euforia, onde a pessoa pode perder totalmente o controle.

Portanto, é necessário tomar muito cuidado, principalmente se a pessoa tiver um histórico de doença cardíaca, distúrbio do sono ou problemas gástricos.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

A Dificuldade Parar de Fumar

Você identificou que tem um problema e que seu comportamento viciante está prejudicando outras partes de sua vida. Agora você quer saber como acabar com seu vício. É provável que você não esperasse tornar-se vicioso quando começasse. Você pode ter pensado que estava apenas se divertindo e poderia desistir a qualquer momento.

Muitas pessoas que experimentam o vício se surpreendem de como pode ser difícil abandonar o vício. Eles podem muito bem acabar se perguntando: “Por que não posso desistir?

Este artigo examina várias das causas pelas quais é tão difícil abandonar um vício. Também discute os desafios que você pode enfrentar e as táticas que têm o potencial de ajudá-lo a ter sucesso.

Por que é tão difícil parar de fumar?

O vício danifica o córtex frontal do cérebro e prejudica o controle de impulso e o julgamento. O sistema de recompensa do cérebro também é alterado, de modo que a memória de recompensas passadas pode desencadear desejos ou aumento do “apetite” por drogas ou experiências recompensadoras, apesar das sequelas negativas.

Tais mudanças no cérebro têm o potencial de dificultar o desabrigo, mas é fundamental lembrar que os vícios são tratáveis. Com o projeto e os recursos corretos, a recuperação é viável.

A boa notícia é que é possível deixar de fumar, embora seja um processo difícil. Há vários componentes – físicos, mentais, emocionais e biológicos – que tornam difícil parar de fumar. Esta dificuldade é o motivo pelo qual muitas pessoas acham que o procedimento ajuda a guiá-las através do processo de parar de fumar. Mesmo assim, muitas poucas pessoas conseguem parar de fumar por conta própria.

Como o vício causa mudanças no cérebro, é provável que você experimente sinais tais como impulsividade e desejos. Estes sinais têm o potencial de tornar o abandono do fumo mais complexo, mas votar em procedimentos de abandono eficazes pode melhorar sua capacidade de sucesso.

Superar o vício: como controlá-lo para a vida

Entendendo a tolerância

Tolerância e abstinência são componentes-chave que contribuem para o vício. Se os indivíduos não desenvolvessem tolerância e experimentassem a abstinência, provavelmente achariam muito mais simples deixar de fumar.

A tolerância é um processo tanto físico quanto psicológico. Quanto mais frequentemente o comportamento se repete, menos sensível se torna a ele e mais é necessário para obter o mesmo impacto. As drogas, como o álcool e os opiáceos, trabalham em partes específicas do cérebro, construindo tolerância física.

Comportamentos, como sexo e jogo, geram sentimentos de excitação que se tornam menos intensos com o tempo. À medida que a tolerância aumenta, você pode querer ou precisar fazer consideravelmente mais da droga ou do comportamento para obter o mesmo impacto.

Sintomas de retirada

Uma vez que você é viciado em uma substância ou comportamento, é provável que você experimente sinais de retração quando parar. Estes sinais são temporariamente aliviados quando se começa a usar a substância ou a fazer o comportamento novamente. No entanto, elas desaparecem com o tempo e, consistentemente, persistem após a desistência.

Sintomas físicos

É comum experimentar certos sinais físicos desagradáveis de abstinência quando se deixa de fumar. Estes sinais têm o potencial de tornar o abandono do fumo mais complexo. Sua experiência de retirada física dependerá da natureza de seu vício, entretanto os sinais têm o potencial de incluir

Mudanças na fome

Sentimentos de desconforto

Dores musculares

Náusea

Tremendo

Estômago chateado

A retirada física do álcool e das drogas geralmente se resolve ao longo de um período de vários dias. No entanto, o processo é muitas vezes bastante desagradável e pode ser prejudicial. Se você decidir parar de fumar, é melhor procurar a ajuda de um profissional de saúde. Além disso, existem medicamentos que têm o potencial de ajudar a superar a experiência de retirada física.

Sintomas psicológicos

Além dos sinais físicos desagradáveis de abstinência, você também pode experimentar sinais psicológicos. Estes têm o potencial de incluir

Ansiedade

Avidez

Depressão

Irritabilidade

Mudanças de humor

Dificuldade para descansar

 

 

 

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A Dificuldade Parar de Fumar

Você identificou que tem um problema e que seu comportamento viciante está prejudicando outras partes de sua vida. Agora você quer saber como acabar com seu vício. É provável que você não esperasse tornar-se vicioso quando começasse. Você pode ter pensado que estava apenas se divertindo e poderia desistir a qualquer momento.

Muitas pessoas que experimentam o vício se surpreendem de como pode ser difícil abandonar o vício. Eles podem muito bem acabar se perguntando: “Por que não posso desistir?

Este artigo examina várias das causas pelas quais é tão difícil abandonar um vício. Também discute os desafios que você pode enfrentar e as táticas que têm o potencial de ajudá-lo a ter sucesso.

Por que é tão difícil parar de fumar?

O vício danifica o córtex frontal do cérebro e prejudica o controle de impulso e o julgamento. O sistema de recompensa do cérebro também é alterado, de modo que a memória de recompensas passadas pode desencadear desejos ou aumento do “apetite” por drogas ou experiências recompensadoras, apesar das sequelas negativas.

Tais mudanças no cérebro têm o potencial de dificultar o desabrigo, mas é fundamental lembrar que os vícios são tratáveis. Com o projeto e os recursos corretos, a recuperação é viável.

A boa notícia é que é possível deixar de fumar, embora seja um processo difícil. Há vários componentes – físicos, mentais, emocionais e biológicos – que tornam difícil parar de fumar. Esta dificuldade é o motivo pelo qual muitas pessoas acham que o procedimento ajuda a guiá-las através do processo de parar de fumar. Mesmo assim, muitas poucas pessoas conseguem parar de fumar por conta própria.

Como o vício causa mudanças no cérebro, é provável que você experimente sinais tais como impulsividade e desejos. Estes sinais têm o potencial de tornar o abandono do fumo mais complexo, mas votar em procedimentos de abandono eficazes pode melhorar sua capacidade de sucesso.

Superar o vício: como controlá-lo para a vida

Entendendo a tolerância

Tolerância e abstinência são componentes-chave que contribuem para o vício. Se os indivíduos não desenvolvessem tolerância e experimentassem a abstinência, provavelmente achariam muito mais simples deixar de fumar.

A tolerância é um processo tanto físico quanto psicológico. Quanto mais frequentemente o comportamento se repete, menos sensível se torna a ele e mais é necessário para obter o mesmo impacto. As drogas, como o álcool e os opiáceos, trabalham em partes específicas do cérebro, construindo tolerância física.

Comportamentos, como sexo e jogo, geram sentimentos de excitação que se tornam menos intensos com o tempo. À medida que a tolerância aumenta, você pode querer ou precisar fazer consideravelmente mais da droga ou do comportamento para obter o mesmo impacto.

Sintomas de retirada

Uma vez que você é viciado em uma substância ou comportamento, é provável que você experimente sinais de retração quando parar. Estes sinais são temporariamente aliviados quando se começa a usar a substância ou a fazer o comportamento novamente. No entanto, elas desaparecem com o tempo e, consistentemente, persistem após a desistência.

Sintomas físicos

É comum experimentar certos sinais físicos desagradáveis de abstinência quando se deixa de fumar. Estes sinais têm o potencial de tornar o abandono do fumo mais complexo. Sua experiência de retirada física dependerá da natureza de seu vício, entretanto os sinais têm o potencial de incluir

Mudanças na fome

Sentimentos de desconforto

Dores musculares

Náusea

Tremendo

Estômago chateado

A retirada física do álcool e das drogas geralmente se resolve ao longo de um período de vários dias. No entanto, o processo é muitas vezes bastante desagradável e pode ser prejudicial. Se você decidir parar de fumar, é melhor procurar a ajuda de um profissional de saúde. Além disso, existem medicamentos que têm o potencial de ajudar a superar a experiência de retirada física.

Sintomas psicológicos

Além dos sinais físicos desagradáveis de abstinência, você também pode experimentar sinais psicológicos. Estes têm o potencial de incluir

Ansiedade

Avidez

Depressão

Irritabilidade

Mudanças de humor

Dificuldade para descansar

 

 

 

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