segunda-feira, 24 de agosto de 2020

O que acontece no seu corpo quando você ingere bebida alcoólica?

Beber com os amigos para comemorar uma conquista, uma vitória ou apenas mais um dia de missão cumprida, pode parecer um hábito saudável, mas não é.

O assunto é sério. Mais de dois bilhões de pessoas no mundo consomem bebida alcoólica e o fato de ser uma droga lícita na maioria dos países influencia muito no seu impacto: cerca de 4% de todas as mortes no planeta envolvem o uso de álcool, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o que representa algo entre 2,3 milhões de mortes ao ano diretamente ocasionadas pelo uso, ou abuso, de bebida alcoólica.

“Não existe uma fórmula para consumo seguro, já que são vários os fatores que influenciam em uma experiência etílica, como idade, peso corporal, quantidade de gordura no organismo, ritmo do metabolismo do fígado. Porém, estudos indicam que para um homem adulto há baixo risco de desenvolver dependência quando ele consome duas doses de álcool em um dia, seguidas de dois dias de abstinência. No caso da mulher, falamos de uma dose por dia, seguida pelo mesmo período sem consumo”, explica Claudio Jerônimo, psiquiatra e diretor da Unidade Recomeço Helvetia.

Vamos partir do princípio de que, genericamente, uma dose tem em média de 10 ml de etanol puro, que demoram cerca de uma hora para metabolizar, quer dizer, sair do organismo. Devemos ainda considerar a variação da concentração de álcool das bebidas, que pode chegar até a 40%. Com isso em mente, te convidamos a uma pequena viagem para conhecermos o que acontece no seu corpo quando você ingere álcool. Preparado?

O começo

Logo nos primeiros goles, o álcool ingerido vai para o estômago, é absorvido e começa a viajar pelo corpo por meio da corrente sanguínea, passando pelos órgãos e até o cérebro. O tempo que demora essa viagem pelo sangue depende de vários fatores, como quantidade de bebida ingerida, volume de gordura no corpo, etc.

“As mulheres ficam mais suscetíveis aos efeitos do álcool exatamente porque, fisiologicamente, têm mais gordura retida no organismo, o que acaba por repelir a absorção do álcool pelas células, fazendo com que ele permaneça por mais tempo na corrente sanguínea, o que chamamos de biodisponibilidade do álcool. Isso faz com que seus órgãos passem mais tempo expostos aos seus efeitos nocivos, principalmente os mais sensíveis, como cérebro, fígado e coração, por exemplo. Esse é um dos motivos pelos quais as mulheres adoecem mais rápido por conta de bebida: elas têm alterações no Sistema Nervoso Central antes, demência. A cirrose, por exemplo, aparece em média cinco anos antes na mulher que no homem”, explica o psiquiatra.

Os idosos também são mais suscetíveis aos efeitos do álcool, principalmente porque eles já têm pequenas alterações fisiológicas no organismo, ou algumas doenças como hipertensão e diabetes.

Nos primeiros dez minutos, seu corpo vê o álcool se transformar em veneno, o acetaldeído, e tenta se livrar dele o mais rápido possível. Essa substância é resultado da ação de uma enzima chamada álcool-deidrogenase, presente no fígado, que destrói a molécula do álcool.

Se apenas algumas doses forem consumidas, o período de ação do acetaldeído é curto e os estragos são menores, pois ele é atacado por outra enzima, o aldeído-desidrogenase, junto com outra substância, a glutationa, que transformam o acetaldeído em acetato, uma espécie de vinagre, não tóxica.

Mas a glutationa armazenada no fígado não é suficiente para uma grande quantidade de bebida alcoólica, deixando o supertóxico acetaldeído por mais tempo no organismo. O que ele causa? Além de aumentar a pressão arterial, pode causar derrame, mas, mais comumente, causa fadiga, náuseas, irritação do estômago, dor de cabeça. Reconheceu? É a chamada ressaca. Voltaremos a ela mais adiante.

Enquanto o álcool passa por esse processo químico no fígado, já nos primeiros 20 minutos você começa a se sentir mais solto, eufórico, como se pudesse fazer e ser tudo no mundo. É aqui que geralmente aparece o conquistador que existe em você: sua libido aumenta e você se sente mais ousado, irresistível e paquerador. A felicidade e a excitação nesse momento são comuns, mas essas sensações passam muito rápido.

Embriaguez

Enquanto que para chegar a esse estado bastam uma ou duas doses, para chegar à embriaguez é um pulinho, ou mais alguns goles. E assim, com trinta a quarenta minutos de ingestão contínua, você já não tem mais controle do seu senso crítico. Seu julgamento fica comprometido e você fica sensível ao ambiente, rindo ou chorando ao sabor do vento.

“O álcool tem ação direta no sistema límbico, do Sistema Nervoso Central, e age como um depressor das funções cerebrais, diminuindo o centro da crítica da pessoa, que fica mais expansiva. A ansiedade, a variação de humor e a depressão são consequências da ingestão de bebida alcoólica”, explica Claudio Jerônimo.

Entre os 45 e 90 minutos, o nível de álcool no seu corpo atinge o ápice e a ação diurética começa a funcionar: pode demorar para que você se levante pela primeira vez para urinar, mas esse passeio vai ser frequente até o fim da farra.

Você está bebendo bebida alcoólica, que tem apenas uma pequena parte de água, mas seu organismo não está entendendo a presença de tanto líquido, então aumenta a diurese. Mas, como não é água o que você está colocando pra dentro, pode ocorrer desidratação, que não chegará a um quadro grave, mas é responsável pela sonolência que pode se apresentar se você parar de beber nesse momento – o que não quer dizer, de forma nenhuma, que a qualidade de um possível sono seja perto da adequada. Muito pelo contrário, o consumo de álcool é um enorme perturbador do sono.

Para evitar a desidratação, é indicado que se tome, a cada hora, ao menos um copo de água. Essa dica funciona ainda para retardar a absorção do álcool, dilui a bebida e ainda faz com que bebamos menos, o que acaba por resultar em uma diminuição da ressaca.

Ah, a ressaca!

Voltamos ao tema, já que, entre 12 e 24 horas após a ingestão de bebida alcoólica, você provavelmente acordou com ela: dor de cabeça, tontura, náusea, sede, palidez e tremores são alguns dos sintomas mais frequentes.

“São os primeiros sinais da síndrome de abstinência, é o organismo pedindo mais bebida. Essas sensações desagradáveis são efeitos da intoxicação”, explica o psiquiatra.

E dá para prevenir? A dica para evitar a ressaca é: não beba! Mas, para diminuir os sintomas, existem alguns truques:

– Beber menos.

– Beber espaçadamente, devagar.

– Beber de estômago cheio.

A má notícia mesmo é que, além da ressaca física, resultado da ação tóxica do acetaildeído (lembra dele?) e da desidratação, tem ainda a “ressaca moral”, que nada mais é que “O arrependimento! Com a diminuição da crítica, a pessoa se dá o direito de fazer coisas que, de outro modo, não faria. O álcool pode causar o esquecimento, o que traz a insegurança pelo fato de não saber até que ponto a pessoa se expôs. Não é uma reação física, é puramente psicológica”, explica Cláudio Jerônimo.

Gravidez e bebida não combinam

Nem um pouquinho. Se não há uma quantidade segura de álcool para uma pessoa adulta saudável, imagina para uma mulher que está gerando outra pessoa! “O álcool ultrapassa a placenta e atinge o feto em desenvolvimento, afetando principalmente o Sistema Nervoso, ou seja, a primeira coisa desenvolvida no bebê. E, apesar de a fase mais perigosa ser nos primeiros três meses, em qualquer época da gravidez o álcool pode afetar de tal maneira a gestação que causa a síndrome alcoólica fetal (SAF), uma condição que impacta a formação do bebê, causando retardo no desenvolvimento psicomotor, aumentando a distância entre os olhos do bebê, microcefalia, dificuldades de aprendizagem, entre outros problemas”, afirma o psiquiatra.

Isso coloca por terra a ideia de que vinho e cerveja preta, durante a gestação, aumentam a produção de leite. Isso, além de não ter nenhum tipo de comprovação científica, coloca em risco o bebê.

Danos internos

O uso frequente de bebida alcoólica pode levar a situações de abuso e dependência química. Quando os sintomas do uso do álcool começam a demorar em aparecer, ou ficam amenizados, isso significa que o organismo está se acostumando à substância, ou seja, quando achamos que estamos ficando mais fortes para a bebida, ou seja, mais tolerantes, isso quer dizer que já nos adaptamos a ela. É uma péssima notícia, e uma enorme desvantagem.

Além da preocupação com a dependência, temos ainda os danos que o uso frequente de álcool causa aos órgãos internos. Os mais vulneráveis são:

Cérebro – o álcool afeta o Sistema Nervoso Central e pode causar perda de reflexo, problemas de atenção, perda de memória, sonolência e coma, que pode levar à morte.

Coração – o álcool libera adrenalina, que acelera a atividade do sangue no coração, aumentando a frequência dos batimentos cardíacos.

Fígado – altera a produção de enzimas, mudando o ritmo do metabolismo do álcool consumido, ocasionando inflamação crônica, hepatite alcoólica e cirrose.

Estômago – irrita as mucosas do estômago e esôfago, ocasionando esofagite, gastrite e diarreia.

Rins – o efeito diurético do álcool acaba por sobrecarregar os rins, comprometendo a eficácia do processo de filtragem das substâncias que ocorre nesse órgão.

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Uso de drogas entre jovens e adolescentes…

O uso de drogas por crianças e adolescentes está crescendo cada vez mais. Estudo realizado no Brasil e publicado no Jornal da Tarde mostrou que 24,7% dos jovens entre 10 e 17 anos experimentaram algum tipo de medicamento. Um número realmente alarmante! Para combater esse malefício é preciso da ajuda de uma clínica de recuperação e reabilitação para dependentes químicos

Em muitos casos, os usuários de drogas envolvem crimes como tráfico de drogas e homicídios, danos causados ​​pela violência, além de estarem sujeitos a outros perigos, como DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e danos indesejáveis.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) apontou os principais motivos básicos que atraem os jovens para as drogas:

Sentindo-se como adultos;
Seja popular;
Uma das razões pelas quais os jovens usam drogas é popular entre os colegas

Para relaxar e se sentir bem;
Desejo de correr riscos;
Por curiosidade.
É necessário que os detalhes sobre esse problema sejam claramente expostos, para que os alunos se conscientizem dos grandes danos causados ​​pelo uso de drogas. Leia sobre o texto “O papel de um educador na luta contra as drogas”.

Para poder dizer não como drogas, os jovens precisam conhecer os malefícios do consumo

Uma substância é considerada uma droga quando causa alguma mudança fisiológica ou comportamental. Com essa alteração de comportamento disponibilizamos uma internação voluntária ou involuntária.

Álcool e tabaco são drogas legais porque seu uso é permitido por lei. Como muitas drogas, como o crack, são drogas ilícitas, seu uso não é legal. No entanto, qualquer tipo de droga, legal ou ilícita, é proibida por menores de 18 anos. A Lei 8.069 (13 de julho de 1990) do Estatuto da Criança e do Adolescente prevê a venda, entrega ou entrega a crianças ou adolescentes de produtos que possam causar danos físicos. ou dano psicológico.

Quando um componente afeta os sentimentos das pessoas, como atitudes e pensamentos, diz que é um medicamento psicotrópico, com três propriedades:

1. A pessoa desenvolve tolerância e precisa de doses crescentes;
2. Uma pessoa se torna dependente e tem uma necessidade obsessiva de consumir a droga;
3. Quando uma pessoa consome um medicamento, ocorre uma síndrome de abstinência.

Assim, álcool, tabaco e crack são drogas psicotrópicas. Observe os efeitos de cada um no corpo da pessoa e não esqueça que isso não afeta apenas a pessoa doente, viciada, mas afeta todos os que vivem com ela.

Álcool:
Se ingerido em excesso, o álcool pode causar falta de coordenação motora, falta de controle, sono e pode até levar ao coma, necessitando assim de uma clínica para tratamento do alcoolismo pois é um medicamento depressivo na parte central do sistema nervoso. Além disso, quando o álcool atinge o fígado, ele é metabolizado em etanol, que é muito mais no México que o álcool, pode causar câncer e danos ao fígado.

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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Índice de jovens com dependência química esta crescendo cada vez mais rápido!

O uso de drogas por crianças e adolescentes está crescendo cada vez mais. Estudo realizado no Brasil e publicado no Jornal da Tarde mostrou que 24,7% dos jovens entre 10 e 17 anos experimentaram algum tipo de medicamento. Um número realmente alarmante! Para combater esse malefício é preciso da ajuda de uma clínica de recuperação e reabilitação para dependentes químicos.

Em muitos casos, os usuários de drogas envolvem crimes como tráfico de drogas e homicídios, danos causados ​​pela violência, além de estarem sujeitos a outros perigos, como DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e danos indesejáveis.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) apontou os principais motivos básicos que atraem os jovens para as drogas:

Sentindo-se como adultos;
Seja popular;
Uma das razões pelas quais os jovens usam drogas é popular entre os colegas

Para relaxar e se sentir bem;
Desejo de correr riscos;
Por curiosidade.
É necessário que os detalhes sobre esse problema sejam claramente expostos, para que os alunos se conscientizem dos grandes danos causados ​​pelo uso de drogas. Leia sobre o texto “O papel de um educador na luta contra as drogas”.

Para poder dizer não como drogas, os jovens precisam conhecer os malefícios do consumo

Uma substância é considerada uma droga quando causa alguma mudança fisiológica ou comportamental. Com essa alteração de comportamento disponibilizamos uma internação voluntária ou involuntária.

Álcool e tabaco são drogas legais porque seu uso é permitido por lei. Como muitas drogas, como o crack, são drogas ilícitas, seu uso não é legal. No entanto, qualquer tipo de droga, legal ou ilícita, é proibida por menores de 18 anos. A Lei 8.069 (13 de julho de 1990) do Estatuto da Criança e do Adolescente prevê a venda, entrega ou entrega a crianças ou adolescentes de produtos que possam causar danos físicos. ou dano psicológico.

Quando um componente afeta os sentimentos das pessoas, como atitudes e pensamentos, diz que é um medicamento psicotrópico, com três propriedades:

1. A pessoa desenvolve tolerância e precisa de doses crescentes;
2. Uma pessoa se torna dependente e tem uma necessidade obsessiva de consumir a droga;
3. Quando uma pessoa consome um medicamento, ocorre uma síndrome de abstinência.

Assim, álcool, tabaco e crack são drogas psicotrópicas. Observe os efeitos de cada um no corpo da pessoa e não esqueça que isso não afeta apenas a pessoa doente, viciada, mas afeta todos os que vivem com ela.

Álcool:
Se ingerido em excesso, o álcool pode causar falta de coordenação motora, falta de controle, sono e pode até levar ao coma, necessitando assim de uma clínica para tratamento do alcoolismo pois é um medicamento depressivo na parte central do sistema nervoso. Além disso, quando o álcool atinge o fígado, ele é metabolizado em etanol, que é muito mais no México que o álcool, pode causar câncer e danos ao fígado.



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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Síndrome da Dependência de álcool, conheça!

Hoje vamos dar continuidade ao tema sobre as síndromes relacionadas às substâncias psicoativas, e o assunto de hoje vai ser sobre a síndrome de dependência alcoólica. O Álcool é tão antigo quanto a humanidade. Desde os primórdios desta, já se faz o uso uso desse tipo de substância, no entanto ele veio tomar uma proporção epidêmica partir dos últimos séculos segundo dados da OMS, dados bem mais recentes né!

Em 2016 mais de 3 milhões de pessoas morreram em decorrência do uso abusivo do álcool ou seja, de cada 20 mortes uma foi por conta do uso exagerado deste tipo de substâncias e 3/4 dessas vítimas são do sexo masculino então é necessário tomar cuidado você que gosta de mostrar aos coleguinhas que bebem mais do que os outros né. Enfim!

O álcool com o passar dos anos ele desenvolve nosso organismo uma tolerância muito alto ou seja se faz a necessidade de que para que você tenha efeito de anestesia que o álcool causa seja cada vez maior, portanto a dependência física também vai junto com essa tolerância causando cada vez mais uma dependência, por conta dessa substância o uso abusivo na verdade ele é considerado por uma ingestão patológica, repetidas vezes que é classificado de uma forma muito mais qualitativa do que quantitativa.

E quando se fala dessa questão da tolerância ela é algo completamente subjetiva de pessoa para pessoa então por conta disso como é muito subjetivo ele é considerado muito mais pela potencialidade qualitativa do que essa questão quantitativa.

O álcool quando ele se torna algo que causa dependência, vai causar prejuízos enormes. Tanto em nossa saúde mental quanto em nossa saúde física, familiar e até mesmo profissional. Mas então o que seria síndrome de dependência alcoólica? Podemos classifica-la então como um estado físico e psicológico em decorrência do uso repetitivo desse tipo de substância incluindo as compulsões, mesmo que de forma periódica ou constante vai haver aí uma perda de controle vamos agora colocar aqui alguns aspectos principais dessa síndrome pra você Ok?!

No EMPOBRECIMENTO DE REPERTÓRIO, o uso desse tipo de substância vai se tornar cada vez mais estereotipado e repetitivo ou seja vai ganhando cada vez mais importância na vida dessa pessoa, se tornando cada vez mais comum.

Então a GRATIFICAÇÃO da bebida, do uso da substância alcoólica na vida desse sujeito vai se tornar cada vez maior, até porque ele não vai conseguir gratificações obtidas através de outras fontes que não sejam através da substância alcoólica, mal sabe ele que ele vai conseguir sim, anestesiar uma angústia causada devido algo de origem familiar, do trabalhos, do psicológico, do físico mas que esse problema vai continuar aumentando, mais na ilusão de sujeito só a bebida alcoólica vai gerar essa gratificação pra ele.

A TOLERÂNCIA pode se tornar cada vez maior na vida desse sujeito sendo necessário uso cada vez maior desse tipo de substância podendo diminuir nas fases terminais dessa síndrome dependência do Álcool.

SINTOMAS REPETITIVOS DE ABSTINÊNCIA: nesses sintomas repetitivos de abstinência o sujeito vai adicionar em seu currículo episódios cada vez maiores de abstinência podendo chegar até mesmo ao que nós colocamos como delirium tremens, pra vocês que ainda não sabem o que é esse delirium, vamos falar mais especificamente desse e de outros temos relacionados ã essa dependência no próximo.

ESQUIVA OU BUSCA DE ALÍVIO, o sujeito se antecipa então antes dele sofrer com a síndrome de abstinência o ou com as tremedeiras, que é causadas por conta dessa abstinência, ele já se antecipa e já faz o uso da bebida alcoólica para conter esses possíveis sintomas.

COMPULSÃO PARA BEBER: termo esse que é o sinônimo da perda de controle desse indivíduo. A pessoa perde o controle e vai utilizando cada vez mais o uso da bebida alcoólica.

REINSTALAÇÃO MAIS RÁPIDA DA TOLERÂNCIA APÓS A ABSTINÊNCIA: Então essa tolerância que havíamos discutido ao londo do vídeo, que leva alguns anos para ocorrer, ela retorna de forma muito rápida para quem já sofre com a abstinência e volta a fazer o uso do Álcool.

O último dos aspectos é a NEGAÇÃO: Por mais que esse sujeito esteja comprometido tanto físico como psicologicamente ele se nega a compreender de que os seus problemas venham sendo causados pela síndrome da dependência alcoólica.

E isso é muito complicado até porque para que uma pessoa possa ter a ajuda necessária é importante que ela saiba o que vem acontecendo com ela para que ela possa se beneficiar de uma ajuda em uma clínica de reabilitação para alcoólicos. Uma vez que analisamos esses aspectos percebemos então que esse sujeito perde a liberdade de escolher entre beber e não beber uma vez que já sabemos que não haverá um controle diante dessa escolha. Então como fazemos então para diagnosticar fechar essa questão se uma pessoa de fato sofre com a síndrome da dependência alcoólica ou não?

Pra isso é necessário contatar uma clínica de reabilitação para alcoólicos, para que juntos possamos tratar de seus vícios e manias. Em nossa clínica de tratamento para dependentes do álcool você encontra uma nova vida, e sairá de lá com uma nova visão e um novo olhar para a vida! Contamos com profissionais extremamente qualificados, e disponibilidade 24 horas todos os dias especialmente para você!



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domingo, 10 de maio de 2020

Você conhece a dependência química?

Você já ouviu em algum lugar que o uso de drogas é um ato perigoso que coloca em risco a sua saúde? Mas o que são drogas? É possível chamar apenas de “drogas” as substâncias ilegais? Agora, vamos investigá-los e descobrir porque devemos evitá-los. As drogas podem ser definidas como substâncias que alteram certas funções normais em nosso corpo. O que muitas pessoas não sabem é que essas drogas podem causar muitas doenças e até mesmo dependência química. Então precisamos de uma clínica de recuperação para viciados em drogas.

O vício é um problema sério porque uma pessoa não pode ficar sem certas drogas por muito tempo. A necessidade de usar uma substância pode tornar um viciado agressivo sem fazer um esforço para usá-la. Tem sido relatado que as pessoas vão tão longe quanto matar e roubar para comprar a droga que querem.

Acredita-se que as drogas ilegais são ilegais e as que podem ser vendidas são legais. Os primeiros são geralmente responsáveis por problemas mais graves e, portanto, não são vendidos livremente em muitos países.

Em geral, as drogas ilegais influenciam o julgamento do usuário e podem causar sérios problemas psicológicos e emocionais. Apesar de inicialmente desencadearem euforia e felicidade, muitas pessoas relatam sentimentos de depressão, ansiedade, excitação, confusão e pânico após tomá-los.

Além dos efeitos mencionados acima, drogas como cigarros e maconha podem causar câncer de pulmão e dificuldades respiratórias. A cocaína, por exemplo, está associada a problemas como convulsões e parada cardíaca. O uso desta substância muitas vezes leva à morte de muitas pessoas.

Os jovens muitas vezes experimentam drogas ilegais, álcool e cigarros entre um bando de amigos. Às vezes isso se torna uma condição de pertencer a um determinado grupo, o que coloca muita gente sob pressão. É importante para todos, especialmente crianças e jovens, saber que a decisão de não usar drogas não o torna menos legal ou menos divertido, mas que você se torna uma pessoa que tem uma opinião e que se preocupa com a sua saúde. Então não ceda à pressão de seus amigos!

O uso de drogas também é comum entre pessoas deprimidas que estão passando por um período infeliz em suas vidas. Embora possa parecer uma libertação de problemas, é importante ressaltar que o problema permanece quando a droga acaba e precisa de tratamento.



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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Você sabia que a maconha é mais perigosa do que você imagina?

À medida que a legalização se espalha, mais americanos estão causando grandes danos à maconha, apesar de suas consequências para a violência e doenças mentais.
Nos últimos 30 anos, uma campanha de lobby inteligente e independente tornou os americanos mais tolerantes à maconha. Em novembro de 2018, Michigan se tornou o décimo estado a legalizar o uso recreativo de cannabis; Nova Jersey e outros podem seguir em breve. Atualmente, mais de 200 milhões de americanos vivem em estados que legalizam a maconha para uso medicinal ou recreativo. No entanto, mesmo quando o uso da maconha se torna socialmente aceitável, psiquiatras e epidemiologistas chegam a um consenso de que os riscos são mais perigosos do que a maioria das pessoas imagina.

Ao contrário das mudanças de defensores e oponentes, a legalização não levou a um grande aumento de pessoas que usam drogas casualmente. Cerca de 15% dos americanos usavam cannabis menos de uma vez em 2017, em comparação com 10% em 2006, de acordo com a Pesquisa Nacional de Drogas e Saúde do governo federal. Por outro lado, quase 70% dos americanos tomaram uma bebida alcoólica no ano passado.

Mas o número de americanos que usam maconha é muito grande. Por isso devemos ir logo á uma Clínica de tratamento para dependência química!

Em 2006, cerca de 3 milhões de americanos relataram usar drogas pelo menos 300 vezes por ano, ou o padrão para uso diário. Em 2017, esse número aumentou para 8 milhões – aproximadamente 12 milhões de americanos que bebiam todos os dias. Em outras palavras, apenas um em cada 15 bebedores consome álcool diariamente; cerca de um em cada cinco usuários de maconha usa maconha com freqüência.

Eles estão consumindo cannabis, que é muito mais potente do que nunca, conforme medido pela quantidade de THC que ele contém. O THC, ou delta-9-tetrahidrocanabinol, é um produto químico responsável pelos efeitos psicológicos da droga. Na década de 1970, a maior parte da maconha continha menos de 2% de THC. Hoje, a maconha rotineiramente contém 20 a 25% de THC, graças a técnicas sofisticadas de agricultura e clonagem e à demanda dos usuários por um aumento mais forte e rápido. Nos estados onde a maconha é legal, muitos usuários preferem extratos quase THC puros.

Os defensores da maconha costumam argumentar que a droga pode não ser tão neurotóxica quanto os estudos sugeridos, porque, pelo contrário, os países ocidentais veem um aumento da psicose em toda a população, juntamente com o crescente uso da maconha. Na realidade, o rastreamento preciso de casos de psicose é impossível nos Estados Unidos. O governo rastreia cuidadosamente doenças como o câncer com registros centrais, mas não existe um sistema para esquizofrenia ou outras doenças mentais.

Alguns dados no nível da população existem, no entanto. Pesquisas na Finlândia e na Dinamarca, dois países com doenças mentais mais precisas, mostram um aumento significativo na psicose desde 2000, após um aumento no uso de cannabis. Em setembro do ano passado, uma grande pesquisa também constatou um aumento de doenças mentais graves nos EUA. Em 2017, 7,5% dos jovens adultos atenderam aos requisitos para doença mental, ou o dobro da taxa em 2008.

Nenhum desses estudos de teste ou o aumento do uso de maconha teve efeitos populacionais sobre psicose ou outras doenças mentais, mas foram sugeridos por um link. O que está claro é que, em casos individuais, a maconha pode causar psicose, e a psicose é um fator de alto risco para a violência. Além disso, grande parte dessa violência ocorre quando pessoas psicológicas estão usando drogas. Enquanto as pessoas com esquizofrenia estão evitando drogas recreativas, elas têm uma probabilidade moderadamente maior de se tornarem violentas do que as pessoas saudáveis. Mas
quando eles usam drogas, ou o risco de violência aumenta. A droga que eles mais usam é a maconha.

A maneira mais óbvia pela qual a maconha é alimentada pela violência em pessoas psicológicas é através de sua tendência a causar paranóia. Até os defensores da maconha reconhecem que a droga pode causar paranóia; o risco é tão óbvio que os usuários fazem perguntas e os dispensários anunciam que certas linhas têm menos probabilidade de serem ativadas. Mas para pessoas com distúrbios psicológicos, a paranóia pode alimentar uma violência extrema. Um artigo de 2007 no Medical Journal of Australia analisou 88 acusados ​​que cometeram assassinato durante abuso psicótico. Descobrir que a maioria dos assassinos acredita estar em perigo com a vítima e quase dois casos relacionados ao uso indevido de maconha – mais do que álcool e anfetaminas combinados.

 



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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Conheça a história das substâncias…

A cocaína é uma substância extraída da folha de coca (Erythroxylum coca), uma planta encontrada na América do Sul e Central. Esta droga sintetizada em laboratório tem efeitos devastadores e irreversíveis porque atua diretamente sobre o corpo humano e o sistema nervoso.

No entanto, a maioria deles não está ciente dos riscos reais da substância. Escrevemos este artigo para que eles saibam tudo e conheçam os seis efeitos mais importantes da cocaína no seu sangue. Caso esteja em uma situação delicada com problemas como a dependência química, procure uma clínica de recuperação para drogados e alcoólatras.  Dê uma olhada nisto.

HISTÓRIA DA COCAÍNA
Poderosa e antiga, a cocaína é uma droga ilegal de origem natural. Os Incas usavam folhas de coca pura para mastigar e fazer chá, para resistir aos efeitos do ar fino da montanha.

Na década de 1980, o químico Albert Niemann sintetizou a cocaína pela primeira vez e ela ficou conhecida no mundo da medicina. Em 1886, a droga ganhou popularidade porque o farmacêutico John Pemberton teve a ideia de incluir folhas de coca no famoso refrigerante Coca-Cola.

No Brasil, a chegada da cocaína ocorreu no final do século XIX e início do século XX e foi utilizada como componente de alimentos e bebidas, além de seu uso farmacêutico. Contudo, devido ao efeito perigoso e estimulante do sistema nervoso central, a droga tornou-se ilegal em 1914. Desde 2008, tem sido considerada a segunda substância ilícita mais comercializada no mundo.

COMPOSIÇÃO
O pó branco cristalino de cocaína é extraído das folhas de coca. A sua composição química contém anamil, alcaloides e truxilina, substâncias que, quando sintetizadas em laboratórios clandestinos, têm graves consequências para o corpo e para o cérebro.

Primeiro, a planta é prensada em soluções com produtos químicos em pasta, como querosene, gasolina ou ácido sulfúrico, para extrair o alcaloide. Depois é adicionado ácido clorídrico para formar o pó branco.

Até lá, entretanto, outros componentes nocivos como ácido acetilsalicílico, procaína, pó de giz e pó de talco também podem ser adicionados. Na forma de pó, a cocaína pode ser cheirada pelo nariz ou diluída com água e injetada diretamente na corrente sanguínea.

A droga é chamada crack e merla, que os usuários usam para fumar diretamente, com cachimbos, ou junto com maconha. Não importa como é inalado, tem efeitos devastadores, tais como problemas de saúde e sociais.

Quando o medicamento passa pela corrente sanguínea para chegar ao sistema nervoso central, tem um efeito direto em vários órgãos. Entre os efeitos mais importantes estão estes seis efeitos, que são facilmente detectáveis por testes toxicológicos, por exemplo:

1. UMA INTENSA SENSAÇÃO DE EUFORIA
O uso de cocaína aumenta a atenção, a bondade e a autoconfiança no cérebro, e reduz a necessidade de dormir, a fadiga e o apetite.

2. PROBLEMAS CARDIOVASCULARES
Este medicamento tem a capacidade de aumentar a pressão arterial, o consumo de oxigênio para o coração, o ritmo cardíaco e dilatar as pupilas. Depois de usar cocaína, o indivíduo também pode causar isquemia, disritmia, angina e até mesmo ataque cardíaco e derrame cerebral.

3. PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS
O facto de a cocaína ser normalmente tomada através do nariz causa sinusite, rinite cronica, úlceras orofaríngeas, perfuração do septo nasal e também necrose da mucosa nasal.

4. SÍNDROME DO PULMÃO LACRIMAL
A cocaína crack é uma hemorragia nas vesículas pulmonares causada pelo uso constante de cocaína crack. Neste caso, há falta de ar, tosse com possível expectoração com sangue, febre e problemas respiratórios, que devem ser entubados e ventilados por ventilação mecânica.

5. DISTÚRBIOS GASTROINTESTINAIS
Outro efeito negativo que o uso da cocaína pode causar é uma alta percentagem de perfurações e úlceras estomacais, bem como colite isquêmica e complicações intestinais.

6. DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Esse efeito é o mais comum entre os usuários, chega um momento que não da mais para controlar e acabam virando viciados, precisando então de uma ajuda, em um centro de recuperação para dependentes químicos!

Isto porque quando o suco gástrico (ácido) colide com outros componentes da cocaína (base) para neutralizar o processo, o estômago produz mais substância



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Qual a droga mais alucinógena do mundo?

Você quer saber qual a droga mais alucinógena do mundo ? Saiba que várias pesquisas foram feitas para definir qual droga tem maior poder al...